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7 de maio de 2011

[Meme] Apanhado #3

Hey! Como vão vocês minha cambada? Estou meio gripada, então a preguiça está me dominando de forma bem forte. Mas essas semanas aconteceram coisas bem legais. Estão preparados para a avalanche de novidades?

Livros

  



  • Silence, por Becca Fitzpatrick - É a capa do terceiro - e ultimo até agora - livro da serie Hush Hush (Falling For The Fallen lá nos States). É para mim a melhor capa da serie até agora!
  • Sendo Nikki, por Meg Cabot - A capa da tão esperada sequencia de Cabeça de Vento foi enfim divulgada aqui no Brasil pela Editora Galera Record. Eles demoraram um tempão para divulgá-la não?
  • Beijo da Morte, por Ellen Schreiber - A capa do segundo livro de Vampire Kisses foi divulgada aqui no Brasil. Aqui a serie é publicada pela Editora iD e eles estão prometendo uma nova capa para o primeiro livro da serie, pois a primeira não ficou tão boa. Cadê ela iD??

13 de dezembro de 2010

Living Dead Girl no Brasil

Lembram que eu falei a alguns Essa Semana atrás sobre querer ver Living Dead Girl em nossas terras? Pois bem, já podemos comemorar, pois o livro será trago para cá.  Foi no susto que eu descobri essa noticia, eu estava perguntando algumas coisas no formspring da editora Underworld e eles me disseram que já compraram o direito do livro e já estão traduzindo. Por hora é só isso que eu sei, eles disseram que não sabe se vão manter a capa, mas que o livro será lançado ano que vem. Então se você não é fã de ler livros na internet ou em inglês, pode ir juntando dinheiro para poder comprar o livro ano que vem. Eles também vão lançar em Fevereiro um outro livro da Elizabeth Scott, Love You Hate You Miss You, e no segundo semestre The Unwritten Rule também da Elizabeth. Só espero que eles mantenham a capa de Living Dead Girl, mas a capa com a fita, que é tão linda.

Minha capa preferida
Sinopse: Era uma vez, eu era uma menininha que desapareceu.
Era uma vez, o meu nome não era Alice. 
Era uma vez, eu não sabia como tinha sorte. 
Quando Alice tinha dez anos, Ray levou-a de sua família, seus amigos ― a sua vida. Ela aprendeu a desistir de todo o poder, para suportar toda a dor. Ela esperou que o pesadelo acabasse. 
Alice agora tem quinze e Ray ainda a tem, mas ele fala mais e mais da sua morte. Ele não sabe é o que ela anseia. Ela não sabe que ele tem algo mais assustador do que a morte em mente para ela. 
Esta é a história de Alice. É uma que você nunca ouviu falar, e que você nunca, jamais esquecerá.
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12 de dezembro de 2010

Mais sobre Bloodlines

Esses dias eu estou a todo vapor. Quem reparou no meu Essa Semana #3 percebeu que mais um livro invadiu a lista de livros que estou lendo. É Last Sacrifice. Como uma fã de VA assumida, era inevitavel que eu não começasse a ler o livro logo depois do lançamento. Foi mais ou menos 1 ou 2 dias depois que eu comecei a ler. Digo que estou amando. Mas mesmo lendo ele, eu e todos os fãs assumidos já estamos pensando em Bloodlines, o primeiro livro da serie de Spin Off da saga. E respondendo a Entertainment Weekly, Richelle Mead deu alguns detalhes sobre o proximo projeto.

Primeiro livro da serie Vampire Academy

  • Bloodlines será relacionado a Vampire Academy?  
    Ainda estamos no mesmo universo, mesmas regras, tudo isso. Mas os personagens que antes eram secundários agora serão os líderes. A narradora é Sydney, uma humana. Ela é uma alquimista. Jill, uma vampira Moroi, também tem um papel importante. O personagem principal masculino será uma surpresa. Vou apenas dizer que é um dos interesses românticos de Vampire Academy
  • Onde se passará a história? 
    No mundo humano, num colegial humano. Antes, focamos no universo vampiro. Mas agora nossos protagonistas estão jogando pelas regras humanas e tentando se misturar. Dá uma total nova perspectiva. E o colegial é na California. Brilhante e ensolarada, o que é problemático para os vampiros.
  • Mas eles poderiam viajar para o Nordeste do Pacífico, se quisessem.  
    É onde estou agora, e é definitivamente nada brilhante e ensolarado. Agora entendo porque Crepúsculo se passa aqui; seria bem fácil para os vampiros.
  • Como um alquimista, Sydney tem boas notas em quimica?
    Na verdade, ela é especialista em química. E está bem entediada.







Eu estou a ponto de fazer igual ao assassino do John Lenon e apontar uma arma para Richelle só para ter esse livro em minhas mãos.


7 de dezembro de 2010

Resenha: Living Dead Girl - Elizabeth Scott

Boa tarde gente. A uns dois dias atrás eu disse no twitter que estava me preparando para resenhar Living Dead Girl de Elizabeth Scott e A Mulher do Viajante do Tempo de Audrey Niffenegger. Ontem eu estava escrevendo a resenha de Living Dead Girl, mas como era tarde tive que parar, mas hoje consegui completa-la de uma maneira "decente". Espero que gostem da resenha.

Sinopse:

Era uma vez, eu era uma menininha que desapareceu.

Era uma vez, o meu nome não era Alice. 

Era uma vez, eu não sabia como tinha sorte. 

Quando Alice tinha dez anos, Ray levou-a de sua família, seus amigos ― a sua vida. Ela aprendeu a desistir de todo o poder, para suportar toda a dor. Ela esperou que o pesadelo acabasse. 

Alice agora tem quinze e Ray ainda a tem, mas ele fala mais e mais da sua morte. Ele não sabe é o que ela anseia. Ela não sabe que ele tem algo mais assustador do que a morte em mente para ela. 

Esta é a história de Alice. É uma que você nunca ouviu falar, e que você nunca, jamais esquecerá.

Resenha:

“Eu tinha sorte e não sabia”. Depois de ler essa frase mil vezes em Living Dead Girl, você fará igual a Alice e começará a se perguntar a mesma coisa. É assim que eu me sinto depois de ter lido o livro de Elizabeth Scott. Se eu fosse apontar alguns livros que marcaram 2010 para mim, Living Dead Girl estaria em 1º lugar, empatado com Orgulho e Preconceito de Jane Austen.


Eu normalmente sou conhecida por ler muito sobrenatural. Hoje mesmo as minhas colegas se espantaram quando eu disse de onde vinha o nome da bala Lilith – Lilith para quem não sabe é a rainha das Sucubos, demônios femininos que sugam a vitalidade dos homens com o prazer. Mas eu também sou uma viciada em dramas. Eu tenho essa dupla face, de um lado, a veia correndo solta na adrenalina das aventuras sobrenaturais, e do outro a vida parada, absorvendo cada detalhe das desgraças que acontecem nos outros. Um exemplo desse meu lado mais humano é a fanfic Nobody’s Home. Mas eu não estou aqui para falar sobre meus gostos literários e sim do livro de Elizabeth Scott.

Quem acompanha noticiários – e até quem não acompanha – já deve ter ouvido falar de vários casos de homens que sequestram meninas e as fazem de escravas sexuais. Alice é um desses casos. Ela foi sequestrada aos 10 anos por Ray e nunca conseguiu sair das garras dele.

Se você é uma daquelas pessoas que se embolaram todas na narração de Wake, desista de tentar Living Dead Girl, esse é o livro com a narração mais confusa de todos os tempos. Mas se você, assim como eu, suporta tudo quanto é narração escrota – exemplo: os “cês” de Strange Angels que as pessoas estão reclamando – siga em frente, mas cuidado para não cair em uma depressão profunda. Pois o livro é mesmo um drama pesado.

A historia de Alice é mesmo uma historia triste. No seu aniversário de 10 anos ela vai toda feliz com a escola a um zoológico. E fica olhando alguns animais distraidamente e um homem – Ray – diz que os outros colegas dela estão na seção de cinema e que é para ela o seguir. É ai que Alice perde todas as chances de ser uma criança normal, comum e feliz. É ai que Alice perde a vida.

Ray é um homem completamente louco. Ele sofreu muito na mão da mãe quando criança e adolescente e por isso totalmente psicótico. Ele seqüestrou Alice e a maltrata. Ele diz gostar de crianças e que elas não cresçam, ou seja, ele deixa a Alice morrer de fome, com apenas um iogurte por dia – isto é, nos dias que ele está de bom humor –, manda ela para uma clínica estética para se depilar a cada 15 dias entre outras coisas. E Alice não pode reclamar, pois se não as pessoas em Shady Pines (os pais dela) iriam pagar.

Segundo Alice, antes dela ouve “outra Alice” e Ray a matou aos 15 anos. E agora Alice vê Ray falando mais e mais em sua morte. É quando Ray decide que quer outra Alice que a Alice vê sua chance de fuga.

Esse não é um livro feliz, e está longe disso. Elizabeth Scott nos mostrou um lado da vida que infelizmente é real. Sua escrita nos faz aprofundar cada vez mais nesse livro assustador. A historia de Alice – se é que esse é o seu nome verdadeiro – nos faz sentir pena e perguntar, “Mas por que você não fugiu?”. Mas com o tempo você descobre os motivos de Alice.

A narração é mesmo estranha, mas depois de alguns capítulos você se acostuma e no final percebe que conseguiu entender tudo. Living Dead Girl foi o livro que eu coloquei no Essa Semana #2 como Queria Ver No Brasil e sim, eu realmente queria poder ter esse livro aqui comigo. Eu o li no ebook em português mesmo, mas desejo ter o livro o mais urgente possível. A única coisa que me deixa triste é que o livro não tem continuação.


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Poiison Giirl
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