Resenha
Oh. My. Gods.
Esse é o nome de um livro e também a minha reação ao ler ele.
Um livro precisa de muito pouco para me chamar a atenção, entre eles estão: Uma boa capa, uma boa sinopse e um bom elemento principal, pelo qual a historia gira ao redor. E mesmo com a perfeita capa e a perfeita sinopse foi o elemento que me fez largar todos os meus planos anteriores para correr atrás de Oh. My. Gods. Qual é o elemento? Mitologia Grega.
Bem, temos aqui um elemento usado por uma das minhas sagas preferidas, Percy Jackson. Mas isso aqui não é Percy Jackson. As duas series não têm nada haver uma com a outra, a não ser o fato que as duas usem Mitologia, mas elas a usam de maneira completamente diferente.
Oh. My. Gods conta a historia de Phoebe, uma Californiana de 16 anos, que mora com a mãe e tem duas grandes melhores amigas, Granola – que prefere ser chamada de Nola – e Cesca. As 3 sonham em cursar a USC – Universidade do Sul da Califórnia em tradução livre – juntas. Phoebe ama correr – ama tanto que até te empolga – vive pelas corridas, e sonha em entrar na USC com uma bolsa de corrida.
Phoebe é uma das minhas personagens preferidas. Ela é super engraçada, odeia perder, e luta até o fim para conseguir o que quer. Não chora a toa, não tem medo de lutar pelo o que deseja, mas também tem medo. Ela é uma personagem que é completamente humana, não é a perfeição, mas também não é cheia de defeitos. Ela tem a medida certa.
Eu amei o jeito que Tera Lynn Childs escreveu a historia, ela é envolvente. E você só fica satisfeito quando termina o livro. A única coisa que me deixou coçando a cabeça até o fim é o envolvimento de Damien e Valerie – a mãe de Phoebe. Ela foi para a Grécia por uma semana e volta com um noivo. Isso não faz sentido, então eu espero que Tera esclareça melhor isso no próximo livro.
Apesar de tudo, esse foi um livro incrível. E eu estou cada vez mais anciosa para poder ler Goddess Boot Camp.



