Que saudade disso aqui! Peço muitas desculpas por ter saido por algum tempo, mas a preguiça andava tomando conta e cheguei até a cogitar a ideia de abandonar isso, mas podem ficar tranquilos que nunca teria tal coragem. Sei que já faz alguns dias que saiu o trailer de Jogos Vorazes e muita gente já deve ter visto, mas eu não deixaria isso passar em branco. Tudo indica que o filme vai ser mais que perfeito, bem fiel ao livro e estou bem encantada com todas as atuações. Se o filme for um pouco igual ao que vi no trailer, vai ser perfeito!
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20 de novembro de 2011
31 de agosto de 2011
[Filmes] Minha vida agora é um video-game
Videogames. De um tempo para cá vira e meia eu chego na minha mãe e falo: “Mãe, me dá um Playstation 2?”. Acho que muitos de vocês devem estar estranhando, afinal, eu sou uma garota, uma bookaholic, uma romântica assumida, o que eu iria querer com um vídeo-game? Bem, para espanto de todo mundo eu adoro videogames. De verdade, os adoro.
Vivi toda a minha infância na casa da minha vizinha jogando Mario Bros. Só pra constar, eu sou péssima. Nunca passei da fase 3. Tinha pavor daquela fase. Mas adorava jogar.
Estou me sentindo em um vídeo-game hoje. Por que? Bem, a culpa é do filme Scott Pilgrim Contra o Mundo.
Scott Pilgrim Contra o Mundo, direção de Edgar Wright
Elenco: Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Ellen Wong e Anna Kendrick
112 minutos
Minha Nota: 4,5
Socott Pilgrim Contra o Mundo fala de… Scott Pilgrim! Um garoto canadense de Toronto que ainda está de luto por sua antiga namorada ter dado o pé na bunda dele e agora ele está saindo com uma adolescente mais nova que ele. Ele tem uma banda de rock indie, a Sex Bom-Omb com mais dois amigos e divide um quartinho com um amigo gay. Tudo estava ótimo até que Ramona entra em sua vida.
Ramona é uma nova iorquina com o cabelo colorido e entra na mente de Scott quase se transformando em uma obsessão. E Scott fará de tudo para conquistá-la, mas o que ele não sabe é que para tê-la, ele terá que lutar contra a Liga dos Ex-Malvados, ou seja, os 7 ex-namorados da Ramona.
Eu realmente adorei esse filme. O vi ontem a tarde e você se sente transportado a um vídeo-game, com pontos, moedinhas, vidas extras, fases, game-overs e assim por diante. Os atores estão impecáveis, temos Michael Cera (do qual já falei em Rebelde Com Causa) no papel de Scott, e afirmo que ele o fez impecavelmente. Mary Elizabeth arrazou como Ramona, os cabelos dela me deram inveja! Temos também Anna Kendrick, a indicada ao Oscar 2010, como irmã mais nova de Scott. A trilha sonora é algo que eu tenho que realçar, cheio de musicas indies, a trilha sonora ficou incrível.
De todos os personagens, Scott é o mais divertido, sempre com seu inicio de conversa sobre porque o Pac-Man se chama assim, mas foi Ramona de quem virei fã. Você quer compreendê-la, quer saber porque ela muda a cor do cabelo a cada 1 semana e meia (ela começa com rosa, vai pro azul e acaba o filme com verde) e o motivo dela ter fugido de Nova York para Toronto.
O filme é mesmo muito bom e para quem não sabe, ele foi baseado nos quadrinhos de Bryan Lee O'Malley, que conta com a mesma historia do filme.
Pra quem está atrás de um bom filme para relaxar e se distrair, Scott Pilgrim é um ótimo pedido. E depois me digam, vocês não se sentiram em um vídeo-game depois disso?
11 de julho de 2011
[Filmes] O doce sabor da inocência
Ah, a inocência... Me digam, vocês nunca tiveram vontade de voltar ao passado e ser inocentes novamente? De poder brincar na rua até tarde, ralar os joelhos, sujar toda a roupa de terra? Eu já quis isso! A adolescência pode ser a melhor fase da vida, mas a infância é mais fácil de lidar.
Sem paixões, sem pressões, sem compromissos, tudo era festa para a gente.
Quando eu era pequena eu era muito exibida. Fazia de tudo para manter uma fama de santinha para os meus tios e amigos da minha mãe me bajularem e me darem presentes, olha que interesseira eu era! Só que o tempo não parou e aqui estou eu, morrendo de sono e escrevendo para vocês em um pijama e os pés descalços.
Sábado, mais exatamente madrugada de sábado para domingo, eu estava lembrando dessa fase da minha vida vendo o filme Deixe-me Entrar. Ah como queria aquela fase da minha vida novamente.
Deixe-me Entrar, direção de Matt Reeves
Elenco: Chloe Moretz, Kodi Smit-McPhee, Richard Jenkins e Elias Koteas
115 minutos
Minha Nota: 3
Deixe-me entrar conta a historia de Owen, um garoto de 12 anos que sofre bullying na escola e que está vivenciando a separação dos pais. É quando um homem e uma garota da idade dele se mudam para o apartamento ao lado. E de repente assassinatos que parecem envolver um culto satânico começa a acontecer.
A garota, Abby, parece nunca sentir frio – era inverno e ela está sempre descalça e com pouca roupa – e quando Owen tenta fazer amizade, ela o afasta dizendo que não podem ser amigos (só a mim que isso me lembrou Crepúsculo?), mas depois os dois começam uma pequena amizade.
O filme é do gênero Suspense, mas me pouco me fez tremer pela próxima informação, o máximo que fez foi me fazer sentir um calafrio de repulsa em algumas da cenas, mas isso por causa tenho um fraco com cortes e sangue jorrando. Eles poderiam ter feito um melhor trabalho com os efeitos especiais, ficou parecendo mais “defeitos especiais”.
Este é mais um filme que fala de vampiros, uns vampiros muito estranho por dizer. Fiquei interessada por ter visto o trailer e por conter entre seu elenco Chloe Moretz, que me encantou em Kick-Ass. Percebi outras semelhanças com Crepúsculo, como a fatídica fala do “Há quanto tempo você tem essa idade?”. Esse é, sem duvidas algumas, um filme que foi originado depois que os vampiros de Stephenie Meyer estouraram.
O numero de defeitos e coisas que eles poderiam ter melhorado são bem grandes, mas a atuação mirim de Chloe Moretz e Kodi Smit-McPhee são encantadoras. Os dois são muito bons atores, as cenas dos dois eram sempre incríveis sempre que apareciam e o envolvimento dos dois que me fez gostar tanto do filme.
Nunca vou entender Hollywood. Sempre que algum país estrangeiro faz um filme bom, eles insistem em fazer uma adaptação só deles. Não vi o original desse filme, Deixe Ela Entrar, mas dizem que é bem melhor que esse filme.
Esse é um filme que eu indico para quem quiser, é bom, tem uma boa historia, boa atuação, mas não é o melhor do ano.
1 de junho de 2011
[Filmes] Quando eu achava que conhecia a pior adaptação do mundo...
... me vem outra e se mostra pior ainda.
Todo mundo sabe que eu odeio mais que tudo a adaptação de Percy Jackson. Depois de ter visto aquele filme e ler o livro eu meio que fiquei traumatizada pelas adaptações. Mas como eu sou uma pessoa muito boa, eu sempre espero o melhor das adaptações que vou ver, o que varias vezes me mostra o quanto eu sou inocente e tenho o dom de pensar sempre o melhor de cada pessoa.
A alguns meses atrás mostrei minha paixão pelo clássico “A Bela e a Fera” quando resenhei o livro Beastly de Alex Flinn. Ele já estava sendo adaptado e em algum tempo estaria nas telas do cinema. Esse “algum tempo” passou rápido e aqui estou eu com mais uma decepção em mãos. Eu mereço.
A Fera¸ direção de Daniel Barnz
Elenco: Vanessa Hudgens, Alex Pettyfer, Mary-Kate Olsen, Neil Patrick Harris
86 minutos
Minha Nota: 1,5
Em A Fera Alex Pettyfer é Kyle Kingson, um que tem tudo, é lindo, rico, inteligente, mas é horroroso por dentro. Mesquinho, frio, mal e faz tudo isso apenas para chamar a atenção do pai que nunca dá-lhe mais que um minuto de uma meia atenção. E para fazer ele mudar o pensamento, Kendra, uma bruxa, transforma Kyle em uma fera horrenda, exatamente como ele é por dentro. E ele tem até um ano para que alguém lhe diga “eu te amo” verdadeiramente.
Hoje eu não vou ser justa e me conter para dizer sobre esse filme. Simplesmente vou falar tudo o que achei disso e se você não gosta de xingamentos, por favor, pule esse post agora.
A Fera é todo errado! Nem em meu pesadelo mais louco imaginaria Vanessa Hudgens como Lindy. Ela nem uma boa atriz é. Ela não tem a doçura que a Lindy tem, isso me impediu de me penetrar no filme. Outra atriz que não foi uma boa escolha foi a Mary-Kate Olsen. Tudo bem que ela me rendeu boas gargalhadas no filme, mas aquilo não era Kendra, e sim outra bruxa com o nome igual. Deus! Eles não sabem fazer nada direito não?
Eles mudaram muita coisa da historia. Kyle não é mais peludo e sim sem pelo nenhum! E com um monte de marca metálica que mais o faz parecer uma mutação que uma fera. Ele não tem mais 2 anos para achar alguém que se apaixonaria por ele, mas sim 1! Lindy não é mais ruiva e desengonçada, e sim morena e até um certo ponto linda. E depois de Lindy ir para sua casa, Kyle não pede mais para ser chamado de Adrian e sim de Hunter! Também mudaram o nome da empregada de Kyle, que de Magda passou para Zola.
Realmente esse foi o pior filme que eu vi esse ano. As únicas coisas que foram boas (e me impediram de dar 0 a esse filme) foi o fato de ter 2 musicas da Pixie Lott que eu gosto bastante, o sotaque do Alex e o Will, que foi o personagem mais engraçado e mais perto do que é de verdade no livro.
Pois é Percy Jackson e o Ladrão de Raios, pode comemorar, você não é mais a pior adaptação do mundo.
27 de maio de 2011
[Filmes] O que você faria pela liberdade?
Caso vocês não saibam, um dos meus maiores desejos é ser livre. Não que eu esteja livre, mas eu gostaria de fazer tudo o que quiser sem dar satisfações a ninguém, sair por aí com vontade de mudar a vida, ou seja, eu gostaria muito de ser maior de idade. Já pensei em fugir de casa, mas para isso eu precisaria de bastante dinheiro e um jeito de viver sem os pais, algo que ainda não tenho.
Tenho certeza que eu não sou a única que um dia já desejou isso. Mas infelizmente, eu ainda vou ter que esperar mais uns 5 anos e meio para que esse desejo seja atendido. E é isso que levou a Bruna Surfistinha a sair de casa e ter a vida que teve.
Bruna Surfistinha, direção de Marcus Baldine
Elenco: Deborah Secco, Drica Moraes, Cássio Gabus Mendes e Cristina Lago
131 minutos
Minha Nota: 3,5
É bem raro eu ver algum filme, mas num dia de descontração com os amigos a gente pegou o computador deles e começamos a ver. Em Bruna Surfistinha, Deborah Secco é Raquel Pacheco – que um dia será Bruna, e só depois a Surfistinha – uma garota que foi adotada e que sofre por não ser a garotinha que os pais queriam que ela fosse. E depois de sofrer bullying na escola – de um jeito que até eu não suportaria – ela foge de casa para se tornar o que todo mundo sabe que ela se tornou: uma Prostituta.
Acho que antes de tudo, esse filme foi feito para que as pessoas pudessem parar de olhar as prostituas com nojo, pois elas têm historias e um motivo para ter chegado aonde chegou.
Raquel – agora Bruna – começa a vida em uma casa de prostituição, e lá é que ela conhece a minha personagem preferida do filme, a Gabi, que tem como sonho se tornar estilista. Mas depois que começa a se drogar e Larissa – a cafetina do lugar, se pudermos chamá-la assim – descobre ela é mandada para rua. E tem que recomeçar.
O filme é bom. Claro que não é aquele filme que você vai ver com a família, mas se você já não é aquela criança que se espanta com certas coisas é um bom filme. Bons atores, boa historia, boa trilha sonora. Mas mesmo assim ainda não mereceu uma nota melhor que 3,5.
14 de abril de 2011
[Filmes] Ser um gênio não é fácil
Eu não sei vocês, mas eu costumo aceitar qualquer loucura. Sou capaz de pegar uns 100 reais, uma mochila, colocar todos os meus livros lá – vai ficar um peso –, vestir um jeans, uma blusa de frio, e sair pelo mundo. Comigo as decisões são repentinas, e eu tenho que fazer aquilo na hora e no ato, porque se eu for ficar pensando muito eu dou para trás. Há alguns dias atrás eu fiz uma dessas loucuras, pintei TODO o meu cabelo de vermelho, em homenagem a muitas personagens femininas que eu adoro e tem o cabelo dessa cor. Ok, não é assim tão louco, a não ser o fato de ter feito escondida de minha mãe, sem ela saber e ter feito com a minha amiga, não com um cabeleireiro profissional.
Mas aquilo foi uma confusão. A água oxigenada ardia pra caramba, eu fiquei muiiiito ridícula de loira, tive que esconder minha “loirisse” da minha mãe com uma meia calça velha, na hora de pintar o cabelo a tinta não foi suficiente e tivemos que ficar ligando para as farmácias para pedir a tinta, que não tinha em quase todas os lugares que ligávamos... E no meio disso tudo, eu resolvi ver um filmezinho enquanto o moto taxi não chegava – porque eu não ia sair de casa com um cabelo meio loiro ridículo e meio vermelho.
O filme escolhido foi um dos que eu mais queria ver, A Rede Social. Ouso dizer que só quis ver o filme para ver o Jesse Eisenberg e o Andrew Garfield. Para quem não sabe, esse filme conta a criação do Facebook, como Mark Zuckerberg de uma hora para outra virou o mais jovem bilionário do mundo e ganhou milhares de amigos... e alguns inimigos.
Sinopse: Em uma noite de outono em 2003, Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), analista de sistemas graduado em Harvard, se senta em seu computador e começa a trabalhar em uma nova idéia. Apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Zuckerberg se torna o mais jovem bilionário da história com o sucesso da rede social Facebook. O sucesso, no entanto, o leva a complicações em sua vida social e profissional.
Sinceramente? É um ótimo filme. Um pouco confuso de se entender, já que ele vai e volta no passado, mostrando uma acusação criminal contra Zuckerberg e voltando mostrando as provas e como ele chegou até ali. Mas depois de um tempinho você se acostuma, e o filme passa com a maior clareza possível.
Temos vários atores jovens e pouco conhecidos, como o Jesse Eisenberg e o Andrew Garfield, mas alguns que já é figurinha repetida para todo mundo, como o Justin Timberlake. Mas não importa se são atores poucos conhecidos ou renomados, mas que todo mundo dá um show de atuação. Aí vemos o porquê de Jesse Eisenberg ter sido indicado ao Oscar de Melhor Ator, as caras de tédio dele eram realmente sexys.
Outra coisa maravilhosa nesse filme é a historia. Diga-me, você nunca quis saber como e por que as redes sociais como o Orkut, o próprio Facebook, o Twitter, entre outros, são criados? Ver os bastidores daquela coisa toda foi simplesmente genial. Agradeço então a Ben Mezrich, por ter escrito o livro Bilionários Por Acaso, e a Aaron Sorkin, por ter adaptado essa historia.
2 de março de 2011
E os nerds fofinhos chegaram...
Eu acho que toda garota já ouviu falar de festinhas de pijama, certo? Bem, há muito tempo atrás, quando eu ainda nem era dominada pelos hormônios, eu e minha querida prima fazíamos o achávamos que era uma festinha do pijama, íamos uma para a casa da outra e passávamos a noite vendo filmes e comendo pipoca no chão da sala. Muitos dos melhores filmes da minha vida foram visto em sessões dessas. Até que a minha prima muda para outra cidade e as nossas sessões de festinhas de pijama acabam.
Mas, como o destino me ama – ou não – a mesma prima volta para a minha cidade e vemos de novo a oportunidade de voltar com nosso costume. Acho que vocês devem ter percebido que de sexta até domingo os post no blog foram reduzidos á 0,1. E isso é porque ouve uma festinha de pijama aqui em casa. E alugamos 6 filmes, do qual 1 vai ser o tema deste post.
Eu não sei se vocês perceberam, mas de uns tempos para cá filmes com o tema de nerds fofos vêm aparecido muito. Entre esses nerds fofos estão Aaron Johnson, Michael Cera, Andrew Garfield, Jesse Eisenberg, entre outros. Eu não sei vocês, mas eu sempre tive um encantamento por nerds, eles são fofos, tímidos e no fundo bem românticos. Tudo o que uma mulher sempre quis, tirando que muitos deles não sabem valorizar a beleza que tem por baixo dos óculos de fundo de garrafa e os cabelos ensebados.
3 dos filmes que alugamos na sexta foram comedias. 2 deles foram comedias com nerds fofos. 1 deles é Rebelde Com Causa, com Michael Cera. Que claro, fala de um nerd fofo.
Sinopse: Ser adolescente não é fácil, ainda mais quando se é Nick Twisp (Michael Cera), um adolescente que não tem nenhuma habilidade especial, é solitário e no auge dos seus 16 anos, é virgem. Mas em uma viagem em família, ele conhece, e se aáixonada perdidamente, pela bela e aventureira Sheeni Saunders (Portia Doubleday). Mesmo sabendo que não tem nenhum atributo para seduzir a moça, Nick, cria em seu alterego: François. Com o seu jeito irresponsável, um bigode de vigarista e com um cigarro sempre na boca, François fará de tudo para conquistar Sheeni mesmo que, para isso, ele tenha que destruir o seu outro “eu”.
O filme Rebelde Com Causa foi o melhor de todos os 6 que aluguei – que apenas vou dizer quais foram em seus respectivos post – achei ele o mais envolvente e sem sombra de duvida o mais engraçado. Me encantou com a historia, e é claro com o Michael Cera também. Vejam bem, Nick Twisp é um garoto comum que quer apenas descobrir o amor, os prazeres do sexo, a aventura e a si mesmo. E é quando ele conhece a Sheeni, que no inicio se mostra bem doce, mas depois descobrimos que é uma mulher bem forte e decidida, mas com uns sonhos um pouco loucos – como conhecer um Francês que se chame François e casar-se com ele, só porque ele é francês.
Tem alguns filmes que são bons e me insentivam a alguma coisa, como dançar, pular, fazer loucuras, cantar. Na verdade, a maioria dos filmes bons fazem isso comigo. Algo que, acreditem, não aconteceu com Rebelde Com Causa. E Rebelde Com Causa foi um filme muitíssimo bom. Claro que eu acho que quando encontrar o “amor da minha vida” farei tudo por ele, mas agora, o filme não me inspirou a fazer nada.
Rebelde Com Causa foi baseado no livro Os Diários de Nick Twisp de C.D Payne. E logo que li a sinopse, já reparei uma mudança feita do livro pro filme, no filme Nick tem 17 anos e no livro apenas 14. Agora espero que o filme tenha sido uma boa adaptação, pois eu odeio quando eu vejo um filme interessante e quando vou ler o livro vejo que o filme foi um aborto e perde toda a magia e o respeito que teve comigo – leia-se Percy Jackson: O Ladrão de Raios (o filme, por favor).
Se você quer ver um filme bom sobre um nerd fofo, veja Rebelde Com Causa. Eu super indico.
23 de dezembro de 2010
O Roteiro de O Símbolo Perdido
Isso vai ser bem diferente do que estou acostumada a comentar no blog. Eu costumo falar de YA, mas agora vou falar um pouco sobre os polêmicos livros de Dan Brown. Eu acho que todo mundo já sabe, pois comento bastante disso, é que eu já li todos os livros de Dan Brown - menos O Símbolo Perdido. Eu gosto bastante, pois são bem maduros e costumam agitar bastante. Muitas pessoas conhecem ele pelo filme do livro O Código DaVinci, eu também o conheci desta maneira. Mas gostei tanto do filme que quis ler. E li. Com 12 anos de idade -precoceeeeeee. Depois de ter lido o livro, fiquei um pouco decepcionada com a adaptação. Claro que foi ótima, mas faltou coisas muito legais no livro. Eu também li Anjos e Demônios, mas esse não vi o filme -até comprei um filme pirata, mas não vi nem metade. E todo mundo reclamou dessa adaptação.
Agora, o autor é quem adaptará o ultimo livro dele. Eu ainda não o li, mas o desejo imensamente. Espero também que a adaptação seja muito melhor do que a anterior, pois o autor saberá resumir sua obra de maneira que ela fique super fiel ao livro e sem cortar as coisas importantes. Agora é só esperar Dan Brown terminar seu trabalho, seu outro trabalho.
Sinopse
Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas.
Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.
Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.
Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.
Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.
O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.
10 de dezembro de 2010
No Escurinho do Cinema #3
O No Escurinho do Cinema é um meme criado por mim, onde eu falo de um ou mais filmes por semana. Pode ser lançamento, um filme antigo, um clássico, ou um filme que ainda vai ser lançado.
O No Escurinho dessa semana é bastante especial. Vou fazer uma critica para o grande filme Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1, que só pude ver semana passada, no sábado, pois aqui na minha cidade só lançou naquele dia.
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| Poster oficial |
Harry Potter e as Reliquias da Morte - Parte 1 foi lançado oficialmente no dia 18 de novembro desse ano, e desde lá fez vários recordes nos cinemas do mundo inteiro. O filme é baseado na 7ª e ultima obra de J.K. Rowling com o bruxinho Harry Potter. Para poderem adaptar a obra da melhor forma eles dividiram ela em 2 partes, a primeira parte já foi lançada e a segunda entrará nos cinemas no dia 15 de julho de 2011.
Para mim, esse foi a melhor adaptação de todas da serie. Os atores fizeram uma boa - ótima - atuação, também faz 10 anos que eles estão nesses personagens, os efeitos são de dar agua na boca, e a historia não tinha como ser mais fiel.
Como todos os outros filmes de HP, eu achei que esse passou bem rápido e eu fiquei com vontade de mais no fim da seção, mas isso é bom, para mim, o filme que passa rápido e você nem percebe significa que cumpriu tua missão.
A parte que cortaram o filme, onde o outro irá começar, foi ótimo. Acho que fizeram uma boa jogada. O primeiro filme eles estão atrás das Horcruxes e fugindo na maior parte do tempo. E o segundo onde irá ser mais concentrado as batalhas.
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| O conto dos 3 irmãos |
A melhor parte para mim foi onde contam a historia dos 3 irmãos - a lenda das Relíquias da Morte. Nunca havia visto uma animação tão maravilhosa. O efeito que a Warner usou foi mais do que perfeita. Dark. Fiquei com uma vontade enorme de ter visto o filme em 3D, mas aqui na minha cidade o - único cinema não tem essa tecnologia.
Só acho que poderia ter lançado a segunda parte de uma vez, para não me deixar tão louca como estou agora.
Espero que vocês tenham gostado do 3º No Escurinho do Cinema e se forem seguir minha dica de filme, levem seus lencinhos, pois eu chorei demais nesse filme.
Poiison Giirl
Lily Collins será Clary Fray
Boa tarde galera. Me desculpem não ter postado nada ontem, mas eu não achei nada legal para falar, não estava com inspiração para resenha, então não saiu nada ok. Hoje, eu vou tentar me controla, pois eu não fiquei feliz com essa decisão. Infelizmente, é oficial. O elenco para o filme de Cidade dos Ossos começou a ser decidido e a primeira atriz a ser oficializada é Lily Collins, que fará a protagonista Clary Fray. Eu não fiquei nada feliz com essa decisão, e xinguei muito no twitter (#familiarestartfeelings). Eu não gostei muito dela como Clary, ela é muito pequena para ser Clary, e o cabelo dela não tem a cor de fogo. Agora espero que não acabem com o resto do elenco também.
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| Lily Collins |
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