7 de fevereiro de 2011

[Capas] Cidade das Cinzas - Cassandra Clare

Bem, hoje parece ser um dia bem animado para mim. Eu mal chego no computador quando o que vejo é a capa oficial de Cidade das Cinzas, a tão aguardada sequencia de Cidade dos Ossos. Posso dizer que estava esperando ela por um bom tempo, assim como as de O Poder do Sucubo e Espera, Cidade dos Ossos me conquistou antes mesmo de eu ter terminado o livro, então eu realmente espero bastante de Cidade das Cinzas, apesar de ter lido algumas resenhas negativas.

A capa de Cidade das Cinzas, é de longe a mais linda de toda a serie. Espero que ninguém duvide de mim, mas é pouco provável. A serie inteira tem aquelas capas de arrasar, mas City of Ashes ganha o premio! 


Como em Cidade dos Ossos, a Galera Record optou por manter a capa original. Não nego, que se eles tiverem trocado a capa, eu ia atrás deles para assassina-los um a um - assassina mode on. Algumas pessoas não gostaram, mas em Cidade dos Ossos a capa tem algumas brilhinhos. Achei eles bem divertidos, e toda vez que eu os vejo eu começo a rir - sim, eu sou louca.


Lembro que quando divulgaram essa capa, a coisa que mais gostei foi a citação da capa: "Queridos Edward e Jacob, eu adoro vocês dois, mas vou passar o fim de semana com Jace. Desculpe! Com amor, Stephenie Meyer (autora de CREPÚSCULO)". Eu assumo que ainda gosto dessa citação, super divertida e super verdade. Mas eu esperava uma citação nova e legal para Cidade das Cinzas. Mas parece que a Galera Record está mesmo perdendo o jeito para as capas, pois acreditem se quiser, eles colocaram essa mesma frase para Cidade das Cinzas.


Tá, o efeito, a gramatização, está tudo perfeito. Mas o uso da mesma frase que a anterior me deixou nos nervos. Eu sei que há varias criticas para Cidade das Cinzas por ai, qual é o problema de ter achado uma nova e colocado ali? Mas parece que as pessoas gostaram tanto da frase de Meyer que tem que repetir a dose. Mas repetir a dose nem sempre é uma boa pedida. Se não fosse pela citação essa capa teria sido a melhor do ano. Mas, pelo visto a Galera Record quer acabar com a reputação de boa capista.

Sinopse:Jace parece determinado a deixar todos ao redor enfurecidos. O Caçador de Sombras já é visto com desconfiança, pois seu pai, Valentin, quer dominar o mundo. Além disso, triângulos amorosos surgem, vampiros renascem e angústias adolescentes florescem em seu grupo de amigos.

Então ai vão algumas capas que achei pela net. Sei que há mais - pois eu mesma já vi - só que foram apenas essas que achei.



Estados Unidos


Portugal (sim a ordem é essa mesmo)

Alemanha (se não me engano)


País desconhecido

Resenha: Beastly - Alex Flinn

Sinopse: Kyle tem tudo, mas ainda assim, não se sente bem ao menos que deprecie e humilhe todos aqueles que não cumprem com seus estandartes de perfeição. Até que um dia se meteu com a pessoa errada, uma estranha garota de sua aula de inglês, que tem o cabelo verde e sua aparência não é precisamente agradável. Como uma brincadeira, ele a deixa plantada no baile. Então descobre que a estranha, entretanto, não é nada mais nada menos que uma bruxa que o castiga com uma maldição!
Existe uma possibilidade, ele tem dois anos para encontrar alguém que o ame realmente, apesar de sua aparência monstruosa; mas o que é realmente difícil é que ele também deve amar essa pessoa ou será uma besta para sempre.

Resenha


Desde quando realmente pequenos – tipo, na barriga da nossa mãe – nós ouvimos os contos de fadas. Princesas, príncipes, fadas madrinhas, bruxas, madrastas más, duendes, gnomos, feras, dragões... São tantos seres que eu até me perco. E olha que nem citei todos.

As visões dos clássicos dos contos de fadas mais famosos são os da Disney. Quem nunca viu A Bela Adormecida ou Branca de Neve? Alice, Hercules, Shrek... São tantos – novos e antigos – que dá até vontade de voltar a ser criança, quando podíamos gastar o dia todo vendo filmes assim.

De todos esses o meu preferido é, sempre foi e sempre será A Bela e a Fera. Eu nunca soube o motivo dessa minha preferência, talvez pelo fato dela ser morena e não loira como as outras. Então é inegável que eu fiquei curiosa quando ouvi falar de Beastly pela primeira vez – em uma comunidade do orkut.

Eu dou muita fé para coisas novas. É claro que algumas vezes eu quebro a cara, mas em algumas eu acerto em cheio. Foi assim com Beastly. Desde que havia ouvido falar dele no orkut, eu meio que esqueci ele, e fui em frente. Até que a Maeva do Murphy’s Library resolve postar uma resenha desse livro e eu vou atrás de vez do livro.

Beastly é uma versão atual de A Bela e a Fera. Se passa em Nova York e ao contrario do clássico da Disney, sabemos tudo na visão de nossa fera, Kyle. Kyle era tudo o que nós desejamos, loiro, olhos azuis, musculoso, alto e popular. Mas ele era egoísta demais e foi por esse motivo que ele foi transformado em besta.

Kendra é a nossa bruxa. Uma garota feia, gorda, de cabelos verdes e muito misteriosa. Ela aparece para Kyle como a ralé que estuda na mesma escola que ele. E Kyle resolve humilha-la na frente de toda a escola. Como lição ela o transforma em uma besta. Pelos por todo o corpo, garras e presas. Agora ele tem 2 anos para achar alguém que ele ame e que o ame para quebrar a maldição.

O pai de Kyle tenta achar uma cura para ele, mas fracassa. Então o manda para uma casa no Brooklin, com a empregada – Magda – e Will, um tutor.

Até que um drogado arromba sua casa e para se safar de ser morto pela fera lhe oferece a sua filha. Vendo ali uma oportunidade de quebrar a maldição, ele aceita.

Alex Flinn soube encaixar perfeitamente o meu conto preferido na linda e maravilhosa cidade de Nova York. Os personagens de Beastly são completos, não vemos aquilo que de vez enquando enxergamos em alguns livros de achar que o autor precisa destacar um pouco mais um personagem ou outro. Todos eles aparecem na medida certa.

Com uma narração intensa, nós sentimos os mesmos sentimentos de Kyle e sua mudança de um garoto egoísta para uma besta com um caráter invejável. O livro é dividido em Partes e em Capítulos. Antes de cada parte temos um pequeno pedaço de um chat que Kyle achou pela internet. Eu acho essas as melhores partes.

O livro foi adaptado para o cinema e será estreiado em Abril. Com Alex Pettyfer como Kyle (uma ótima escolha para dizer a verdade) e Vanessa Hudgens como Lindy (a filha do drogado, que não foi uma boa escolha, já que a Lindy do livro é ruiva).

A Editora Galera Record já comprou os direitos do livro e está para ser lançado em Março.




6 de fevereiro de 2011

Book Blogger Hop #11


O Books Blogger Hop é a adaptação do Murphy's Library de um meme americano de mesmo nome. Esse meme tem em mente a interação entre blogs, onde a gente pode conhecer outros blogs e dar a devida atenção a eles. Toda sexta eles colocam uma nova pergunta e os blogs participantes respondem.


Eu ia postar esse meme ontem, mas eu esqueci e me deu uma preguiça. Mas agora vou espantar essa preguiça e postar para você. Eu gostei muito da pergunta da semana, e espero que gostem dela assim como eu.

  • Que livro você está tentando fazer mais pessoas lerem?
A alguns dias atrás eu poderia dizer Percy Jackson. Mas agora estou mais para Oh.My.Gods. Conheço tão pouca gente que leu essa serie, que é preciso de mais pessoas para eu discutir.

5 de fevereiro de 2011

Resenha: Oh. My. Gods. - Tera Lynn Childs

Sinopse: Quando a mãe de Phoebe retorna da Grécia com um novo marido e decide se mudar para uma ilha no Mar Egeu, os planos de Phoebe para seu último ano e temporada de corridas são história antiga. Agora ela precisa freqüentar a academia super exclusiva, onde a admissão depende de pedigree, ou seja, a ascendência de Zeus, Hera e outros deuses gregos. É isso mesmo, eles são reais, não mito, e seus descendentes são como os heróis clássicos — super inteligentes, super bonitos e com alguns superpoderes — e agora eles estão em sua equipe de atletismo! Armada somente com seu Nikes e a vontade de vencer, Phoebe corre para encontrar seu lugar entre os deuses.

Resenha


Oh. My. Gods.

Esse é o nome de um livro e também a minha reação ao ler ele.

Um livro precisa de muito pouco para me chamar a atenção, entre eles estão: Uma boa capa, uma boa sinopse e um bom elemento principal, pelo qual a historia gira ao redor. E mesmo com a perfeita capa e a perfeita sinopse foi o elemento que me fez largar todos os meus planos anteriores para correr atrás de Oh. My. Gods. Qual é o elemento? Mitologia Grega.

Bem, temos aqui um elemento usado por uma das minhas sagas preferidas, Percy Jackson. Mas isso aqui não é Percy Jackson. As duas series não têm nada haver uma com a outra, a não ser o fato que as duas usem Mitologia, mas elas a usam de maneira completamente diferente.

Em Percy Jackson temos uma mitologia completa, monstros, Deuses, Titãs, Satiros e outros seres. Em Oh. My. Gods. nós não vemos os Deuses, mas sabemos que ele existem. As pessoas não são filhos dos deuses, mas descendentes mais distantes deles. Em Oh. My. Gods. também não temos Titãs, monstros, satiros e todos esses seres. Ou seja, as – pouquíssimas – semelhanças acabam ali.

Oh. My. Gods conta a historia de Phoebe, uma Californiana de 16 anos, que mora com a mãe e tem duas grandes melhores amigas, Granola – que prefere ser chamada de Nola – e Cesca. As 3 sonham em cursar a USC – Universidade do Sul da Califórnia em tradução livre – juntas. Phoebe ama correr – ama tanto que até te empolga – vive pelas corridas, e sonha em entrar na USC com uma bolsa de corrida.

Phoebe é uma das minhas personagens preferidas. Ela é super engraçada, odeia perder, e luta até o fim para conseguir o que quer. Não chora a toa, não tem medo de lutar pelo o que deseja, mas também tem medo. Ela é uma personagem que é completamente humana, não é a perfeição, mas também não é cheia de defeitos. Ela tem a medida certa.

Eu amei o jeito que Tera Lynn Childs escreveu a historia, ela é envolvente. E você só fica satisfeito quando termina o livro. A única coisa que me deixou coçando a cabeça até o fim é o envolvimento de Damien e Valerie – a mãe de Phoebe. Ela foi para a Grécia por uma semana e volta com um noivo. Isso não faz sentido, então eu espero que Tera esclareça melhor isso no próximo livro.

Apesar de tudo, esse foi um livro incrível. E eu estou cada vez mais anciosa para poder ler Goddess Boot Camp.



4 de fevereiro de 2011

[Pré-Venda] O Poder do Sucubo - Richelle Mead

Boa noite notivagos. Eu sinceramente não sei como estou de pé ainda, essa foi uma semana puxada. Também, a volta as aulas me obrigam a acordar cedo demais! Mas aqui estou eu para mais uma postagem para você, lutando contra os meus olhos ardendo e o sono. 


Eu acho tenho certeza que não é segredo de ninguem que eu sou apaixonada pela escrita de Richelle Mead, desde que li a sinopse de O Beijo das Sombras pela primeira vez. Além de Vampire Academy - Academia de Vampiros no Brasil - Richelle tem mais duas series publicadas, Georgina Kincaid - A Canção do Sucubo - e Dark Swan. Dessas outras duas, apenas a Georgina Kincaid foi lançada aqui no Brasil. E é dessa serie que venho falar aqui hoje.


No ano passado, o primeiro livro dessa serie de Richelle Mead foi lançado no Brasil, como uma apaixonada alucinada por essa escritora é claro que eu comprei o livro. Assim como em Vampire Academy, ela me mostrou que não é como alguns escritores que escrevem um livro/serie e o resto que vêm depois são pessimos livros. Fiquei apaixonada. Ela empurrou os vampiros para lá - usando-os apenas como coadjuvantes - e nos mostrando variooooooos tipos de seres, entre eles as Sucubus, os Incubus - apenas citado na serie -, Duendes, Anjos, Demonios, Nephilins, entre outros.


E agora, quase 6 meses depois desse livro arrasador ter chegado em minhas mãos. A editora Planeta/Essencia anuncia o lançamento de O Poder do Sucubo - Succubus On Top no original. 


Uma das coisas que mais gostei nesse livro foi a tradução do titulo. Antes de decidir eles colocaram uma enquete com as seguintes opções para titulo:
  • As Noites do Sucubo
  • O Poder do Sucubo
  • A Intuição do Sucubo
E como é obvio, O Poder do Sucubo foi a vencedora. Ela tem tudo haver com a historia. E mesmo sem ainda ter lido, esse é o livro que eu mais espero!

A capa, assim como a do primeiro livro, foi mantida. E é a minha preferida! Toda em vermelho.



O livro está previsto para lançamento agora em fevereiro e está em pré-vendo na Saraiva e na Cultura.



Sinopse: O amor machuca, e ninguém sabe disso melhor que Georgina Kincaid, uma verdadeira deusa, ou melhor, demônio em forma de mulher. Seth Mortensen era tudo o que ela podia querer e tudo o que não podia ter. De que adiantou ter conquistado o namorado amoroso e estável que buscou durante séculos se o máximo que poderia fazer com ele era... ficar de mãos dadas?! Qualquer coisa menos inocente abreviaria a vida de seu amado. Afinal, Georgina é um súcubo!

Como se não bastasse ter uma vida amorosa desastrosa, seus dias no trabalho estão, sem trocadilhos, infernais. Seu colega Doug passa a ter um comportamento no mínimo estranho, e Georgina desconfia que seja efeito de algo mais poderoso que uma overdose de café. Para complicar, seu melhor amigo imortal, um íncubo tão irresistível para as mulheres como ela é para os homens, precisa de sua ajuda numa missão politicamente... sedutora.

2 de fevereiro de 2011

Resenha: Evernight #1 - Noite Eterna - Claudia Gray

Sinopse: Claudia Gray, autora que vem conquistando jovens do mundo inteiro, apresenta personagens convincentes em uma narrativa de tirar o fôlego em Noite eterna. Bianca acaba de deixar a sua cidade natal e é a aluna nova em um misterioso colégio, onde seus colegas parecem perfeitos demais para ser verdade. Ela se sente como um peixe fora d´água até conhecer Lucas, outro solitário. A química entre os dois é irresistível e Bianca se vê disposta a arriscar tudo para ficar com ele.

Mas alguns segredos obscuros vão ficar no caminho do casal e farão a jovem questionar tudo em que até hoje acreditou. Este é o primeiro de quatro volumes da série Noite Eterna que a Editora Planeta traz ao Brasil.

Resenha



Vampiros podem ser considerados uma modinha que já esfriou, mas é inegável que ainda vemos livros muito bons sobre esse mesmo tema por aí. Quando Noite Eterna chegou ao Brasil, os vampiros estavam em alta, o que foi bom marketing para o livro. Eu, como uma bookaholic assumida quis ler o livro assim que vi aquela capa perfeita – ninguém pode negar que essa capa é linda. Mas assim como vários livros da minha estante no skoob, se ele não for aquele que desejo mais que desesperadamente, vai demorar um bom tempo para que eu possa lê-lo. E foi assim com Noite Eterna. Bem, até a semana passada, quando consegui botar a mão em um exemplar.

Eu sempre aproveito as oportunidades que tenho. Com a compra de meu segundo exemplar de Wake, tive a oportunidade de conseguir qualquer outro livro, a partir de troca. Eram tantas opções que me sentia afogada. Mas quem não se sentiria assim?? Temos um mar de opções quando se fala de livros. Mas a minha maior dificuldade foi achar alguém que não tinha Wake e que o desejava. Mas assim que achei, não perdi a oportunidade. E assim botei minhas mãos em Noite Eterna.

Algumas pessoas disseram que eu havia feito um mal negocio. Uma pontinha de arrependimento chegou a passar para mim, só que não me afetei. Eu não havia lido o livro, não é hora de tomar decisões precipitadas.

Noite Eterna é realmente um livro muito bom. Não é perfeito, mas é uma leitura bem gostosa. Em que a cada capitulo Claudia Gray nos mostra que ela nos enganou direitinho e escondeu coisas muitíssimo importantes de você. Em certo momento eu fiquei irritada com isso, pois parece que tudo muda de repente. Até metade do livro a narração vai fluindo de uma maneira, até que aquele segredo – que a narradora sabia desde o inicio e fazia parte de seu cotidiano desde sempre – é revelado para outra pessoa e ela passa a falar mais dele, de maneira que a narração vem em outra forma. Isso me irritou. Mas como ainda faltava meio livro para terminar eu fui seguindo.

Não me arrependo nem um pouco de ter trocado Wake por Noite Eterna. Foi uma boa escolha.

Eu gostei de Noite Eterna. É uma boa quando os “papeis se invertem”. Ele tem um final surpreendente, mas até não tão surpreendente assim para quem fez a burrada de ter lido a sinopse do próximo livro muito antes de ler o livro. Os personagens de Noite Eterna são bem formados, mas as vezes acho que ela poderia ter dado uma atenção maior para alguns personagens, como Patrícia e Raquel.

Outro motivo que me levou a ler Noite Eterna foi um conto da mesma autora que estava no livro Imortal. O tal conto era Livre que se passa no século XVIII ou XIX, em que temos como personagem a mesma Patrícia que citei aí em cima. Foi super interessante ver ela em uma nova perspectiva.

A narração é completamente e unicamente em primeira pessoa, pela Bianca. Algumas narrações me encantam, sejam em primeira pessoa ou terceira. Mas algumas são tão simples – não estou dizendo ruim, mas apenas normal, nada de mais interessante para acrescentar – que não se destacam de algumas outras. Bianca viveu a vida inteira em uma redoma, em uma cidade de interior, e mesmo a perspectiva de viver em um internato de renome lhe assusta. Acho que isso lhe deu uma aparência frágil que é completamente e única dela.

Ela é um daqueles personagens que você quer cuidar para que o mundo não o afete muito. Ela é frágil e delicada, mas é corajosa. Não tem medo de jogar tudo para o auto por algo que acha certo. Apesar de ficar pensando o tempo todo que isso não é certo, e por isso ter um medo que lhe toma o tempo todo. Ela não é um daqueles personagens que de tão frágeis e bobinhos são patéticos, mas quase chega a ser.

Vi uma leve semelhança dos vampiros de Noite Eterna para os vampiros de Diários do Vampiro. Talvez seja por que elas – as autoras – se basearam em uma mitologia parecida para fazer seus livros.

Agora espero que Caçadora de Estrelas seja um pouco melhor, para assim Claudia Gray realmente provar que é uma grande escritora como me mostrou em Livre.

Quotes

- Ele estava de debruçando sobre você. Te ameaçando.


- Eu estava lhe mostrando as estrelas! – abracei-me, tentando me aquecer. – Você achou que ele ia me beijar?

- Não.

- Mentiroso.

Pagina 126 – Capitulo 7



[Capas] Destino - Ally Condie

Se algum dia alguém me perguntar, de todos os livros que já vi, qual tem a capa mais bonita, responderei sem hesitar: Matched (Destino no Brasil). Acho que ninguém discorda, mas se discordar é coisa de opinião, ou então exista realmente algum livro com uma capa bem mais bonita do que a de Matched.

Eu já vi alguns livros em que a capa não tem nada haver com o livro e que mesmo sendo perfeita, não combina com a historia, ou não faz sentido olhando os outros da serie (Espera Rules) o que me deixa feliz quando eu vejo uma capa linda e que faz sentido. Matched é um desses. Tem tudo haver com a historia e todo o drama dos personagens - mesmo sem ter lido o livro ainda, além de deixar todos babando por ela.

Se você olhar para a minha estante - que nem estante é, meus livros ficam dentro do meu guarda roupa - você perceberá que a maioria dos meus livros tem uma base no preto. Parece que o preto também é uma cor coringa quando se fala de capa de livros. Eu não reclamo, pois também acho o preto bonito. Agora, quando sabem usar o branco, podem ter em mãos um tesouro em termos de design gráfico. Exemplo?? A própria capa de Matched.

Eu espero sinceramente que quem tenha feito essa capa saiba a coisa maravilhosa que fez. Como já disse, as pessoas gostam de usar o preto e também o vermelho, que é uma combinação fogosa, sexy e marcante. Para Matched usaram o branco, cinza quase branco e verde. Mesmo sendo cores claras e simples, elas marcam, e do mesmo jeito que o vermelho e preto chamam a atenção.

O desenho da capa também é um charme a mais - se é que se precisa de mais. A garota em uma redoma de vidro simboliza a prisão, alguém em busca da liberdade, seja qualquer liberdade que for. 

O titulo muitas vezes são bastante importantes para o design em si - por que será que alguém fará uma capa sem o titulo? Eu nunca vi - a cor também é verde, mas parece que está desaparecendo, como se estivesse fraco. E mesmo assim dá uma sensação de delicadeza. Eu amei isso.

Acho que se tem uma coisa que todos os bookaholics tem medo é quando os livros chegam ao Brasil. Algumas editoras fazem uma capa nova e acertam, outras usam a mesma capa e acertam, outras fazem uma outra capa e erram FEIO. Eu gosto quando fazem uma capa nova, mas também gosto muito quando usam a original. É como fazer um castelinho de cartas, você tem que saber o que está fazendo, se não tudo dá errado.

Acho que todos, assim como eu ficaram feliz quando descobriram que a Suma das Letras iria trazer Matched - com o titulo de Destino - para o Brasil. Eu fiquei super feliz, pois a segunda edição do livro A Mulher do Viajante no Tempo é da Suma e aquela capa é perfeita. Então é óbvio que eles continuaram com a capa original de Matched, só mudando o nome. Quem vai querer fazer uma capa nova quando se tem essa capa perfeita sem erro algum??


Apesar de ter mantido a capa original, a Suma só fez um errinho - nada muito grave - que foi ter colocado "Matched" em baixo do titulo. Isso foi realmente algo que não era preciso. Tem gente que nem liga qual era o nome original do livro, e algumas pessoas nem sabem disso. Mesmo por esse errinho a capa continua linda. Gostei bastante também deles terem "puxado" o T no titulo, deu um ar muito bonito ao livro.

Para quem não sabe, Destino vai estar nas livrarias em abril - parece muito, mas rapidinho chega lá - e já tem um blog próprio. Se quiser dar uma olhada, clique aqui. Apesar de não terem postado nada, eles estão fazendo um bom jogo de marketing, pois me encontraram pelo orkut do nada. Agora só espero que a tradução esteja tão boa quanto a capa.

Não achei nenhuma outra versão da capa além desta. É como eu disse antes, quem vai querer fazer uma capa nova quanto tem essa perfeita?
Versão Hardcover

O segundo livro - Crossed - ainda não tem uma capa, mas tem uma previa

Previa de Crossed - Matched #2
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